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“Os Triunfos de Tarlac”: reis gaélicos e desafios ambientais no formato board game.
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“Os Triunfos de Tarlac”: reis gaélicos e desafios ambientais no formato board game.

Aqueles de vocês que acompanham o blog já devem ter percebido que sou historiador de profissão. Vocês também sabem (melhor que ninguém) que não me canso de escrever sobre games. Esse mês, no entanto, trago uma novidade diferente. Uma tentativa de unir e...
“A Plague Tale: Innocence”: a fantasia dá conta de explicar a Peste Negra?
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“A Plague Tale: Innocence”: a fantasia dá conta de explicar a Peste Negra?

Com jornais mundo afora reduzidos à mesma notícia, não é de se espantar que muitas pessoas estejam buscando na ficção uma resposta às questões do momento. Livros, filmes, séries e jogos sobre contágios nunca pareceram tão urgentes – ou, para alguns, tão perigo...
“Fadó” e o que os games erram sobre mitologia
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“Fadó” e o que os games erram sobre mitologia

17 de março. Dia de São Patrício. Em circunstâncias normais, essa seria a semana para sair a rua vestido de verde, celebrando o santo matador de serpentes que se tornou símbolo da Irlanda e da cultura de seu povo. Infelizmente, os dias que vivemos estão lon...
“História Através dos Games”: minha participação no documentário do The Enemy
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“História Através dos Games”: minha participação no documentário do The Enemy

Se você acompanha o canal do The Enemy, plataforma de games do Omelete, o que contarei agora não é nenhuma surpresa. Recentemente, tive a honra de participar de um projeto incrível concebido pelo site. Trata-se do “História Através dos Games”, uma série de ...
“Après L’Enfer”: a ficção nos salva – mas também pode nos condenar
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“Après L’Enfer”: a ficção nos salva – mas também pode nos condenar

Pense em alguma personagem que admira e tente me dizer por que ela é importante para você. Certamente, não é só pelo fato de ter um belo uniforme ou ser interpretada por seu ator ou atriz favorito. Adoramos personagens fictícias porque elas nos dão forças. ...
3 coisas que games de estratégia erram sobre o passado – e 3 formas de consertá-las.
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3 coisas que games de estratégia erram sobre o passado – e 3 formas de consertá-las.

Levante a mão quem nunca usou uma ovelha para explorar o mundo em Age of Empires 2. Ou "venceu" uma batalha em qualquer jogo Total War fugindo de seu inimigo até o tempo acabar. Jogos de estratégia podem representar o passado, mas é óbvio que não podem acer...
4 coisas que “We. The Revolution” nos ensina sobre populismo
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4 coisas que “We. The Revolution” nos ensina sobre populismo

"Populismo" é uma palavra quente do momento. Em vários países, pelas mais variadas razões, pessoas têm tomado as ruas, as urnas e (em alguns casos) as armas contra as injustiças do status quo. Até agora, o resultado foram políticos ineptos ou demagogos afas...
4 jogos históricos para fugir da mesmice
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4 jogos históricos para fugir da mesmice

História vende. Essa é a opinião de Bruce Shelley, da famosa série Age of Empires.  Pelo sucesso de sua franquia, não dá para dizer que está errado. E pelo lançamento de tantos blockbusters, históricos, de Assassin's Creed: Origins a Call of Duty: World War ...
“Kono Sekai no Katasumi ni”: a geração que não sabia ver
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“Kono Sekai no Katasumi ni”: a geração que não sabia ver

Das imagens que minha vó trouxe da Segunda Guerra, uma se destaca das demais. De tempos em tempos, aviões aliados sobrevoavam seu vilarejo, metralhando tudo o que encontravam pela frente. Minha vó nunca ficava para o espetáculo: ao primeiro som das hélices, e...
“Jogador No. 1” e a vaidade da geração millennial
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“Jogador No. 1” e a vaidade da geração millennial

Um jovem guerreiro encontra uma terra paradisíaca. Aqui, não há velhice, fome ou pobreza. Ele pode ser quem ele quiser, ao lado da mulher de seus sonhos. Um mundo perfeito. Um dia, no entanto, ele descobre que a perfeição cansa. Começa a sentir saudade do mun...