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“Le Sommet des Dieux”: a obsessão humana é sua própria montanha
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“Le Sommet des Dieux”: a obsessão humana é sua própria montanha

Eu era criança quando chegou às livrarias No Ar Rarefeito, relato do jornalista Jon Krakauer sobre o desastre do Monte Evereste de 1996.  Graças, entre outras coisas, a um número excessivo de alpinistas pouco treinados, a temporada de escaladas resultou em um...
“Heike Monogatari” e a devassidão
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“Heike Monogatari” e a devassidão

É normal que cidadãos falem mal de seus políticos. Viver em sociedade é uma coisa naturalmente estressante. Não escolhemos em que país, ou sob que tipo de governo, temos o infortúnio de nascer. Ninguém nos pergunta se queremos ou não obedecer às leis. E aq...
“Entregas Expressas da Kiki”: cedo ou tarde, todos devemos aposentar nossas vassouras
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“Entregas Expressas da Kiki”: cedo ou tarde, todos devemos aposentar nossas vassouras

É mérito do Studio Ghibli que seus filmes pareçam capítulos de uma mesma história, reflexões de uma mesma (e coletiva) mente criativa. Mesmo quando se tratam de adaptações de livros variados, escritos por autores de diferentes cantos do mundo. Conhecer com...
“Temple Alley Summer”: o passado nunca morre de verdade
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“Temple Alley Summer”: o passado nunca morre de verdade

O mês das bruxas acaba de terminar (ou de começar, se você for purista e levar em conta que o festival que inspirou o Halloween era celebrado dia 01/11 e seu nome - Samhain - significa “novembro” ). Ainda que você não seja tão fã da pantomina carnavalesca ...
“Tatami Galaxy”, ou por que devo desculpas a Tomihiko Morimi
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“Tatami Galaxy”, ou por que devo desculpas a Tomihiko Morimi

Aconteceu no meu primeiro ano da faculdade. Foi a melhor época da minha vida até o momento, mas também a mais estressante. Farto até a medula de simulados e aulas de decoreba, decidi que tinha chegado a hora de aproveitar minha vida ao máximo. Tudo o que s...
Entrevista:  a Dublin de Joyce entre o passado, presente e futuro
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Entrevista: a Dublin de Joyce entre o passado, presente e futuro

Hoje trago algo diferente para vocês. Se acompanham o blog há algum tempo, sabem que sou grande fã da obra de James Joyce. Minha admiração por esse autor já me levou a muitos lugares – por exemplo, a fazer cosplay de suas personagens pelas ruas de Dublin. ...
Entrevista: música e escapismo com o “Sofá a Jato”
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Entrevista: música e escapismo com o “Sofá a Jato”

Vocês que acompanham o blog sabem que eu tenho uma queda por artistas que tiram algo a mais da cultura pop. Sejam elas romancistas, cosplayers ou poetas, há algo de belo - e valente - em utilizar games, quadrinhos e animes como ponto de partida, não um fim em...
“Palavras que Borbulham como Refrigerante”: encontrando poesia no que há de mais mundano
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“Palavras que Borbulham como Refrigerante”: encontrando poesia no que há de mais mundano

Eu nunca fui um poeta. Minha breve experiência com essa forma de arte – escrevendo um poema aqui e ali, traduzindo outros tantos – deixou claro que rima, métrica, e eufonia são preocupações que deixo de bom grado aos outros. Na verdade, sequer me tornei um...
“A Mulher da Saia Roxa”: humor, intrigas e pessoas invisíveis
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“A Mulher da Saia Roxa”: humor, intrigas e pessoas invisíveis

Certas histórias nos transportam para outros mundos. Outras arrancam nossas vendas, mostrando-nos universos paralelos escondidos debaixo dos nossos olhos. A Mulher da Saia Roxa, de Natsuko Imamura, pertence ao segundo grupo. É, à primeira vista, um romanc...
“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida
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“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida

Abrir um mangá de Shuzo Oshimi é o mesmo que sair na rua quando uma tempestade está por vir. Sabemos que há um risco de congelarmos até o osso, terminarmos a noite com um blecaute e ainda acordarmos no dia seguinte com uma dor de cabeça. Assassinato, vanda...