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“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida
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“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida

Abrir um mangá de Shuzo Oshimi é o mesmo que sair na rua quando uma tempestade está por vir. Sabemos que há um risco de congelarmos até o osso, terminarmos a noite com um blecaute e ainda acordarmos no dia seguinte com uma dor de cabeça. Assassinato, vanda...
“Hana-chan e a forma do mundo” : retrato de um Japão que não existe mais
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“Hana-chan e a forma do mundo” : retrato de um Japão que não existe mais

Quando era pequeno, o prédio em que eu morava pegou fogo. Acordei de madrugada com os gritos da minha mãe. Meu pai não esperou para que eu entendesse que aquilo não era um sonho. Fui puxado escada abaixo com tanta força que tive a impressão de que voávamos...
“Os Triunfos de Tarlac” dev diary #8 : os desastres
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“Os Triunfos de Tarlac” dev diary #8 : os desastres

Nos games, senão na vida, desastres são incríveis. Nada nos força a pensar fora da caixa durante uma partida do que ver tudo o que construímos desabar de um instante para outro. Essa é uma experiência que Os Triunfos de Tarlac tinha o objetivo de provi...
4 curiosidades sobre o shamisen para entender “Mashiro no Oto”
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4 curiosidades sobre o shamisen para entender “Mashiro no Oto”

Mashiro no Oto pode não ser o melhor anime já feito sobre música. Ainda assim, a série foi uma janela a um mundo fascinante de que raramente escutamos: o shamisen. Para aqueles, como eu, cujo conhecimento desse instrumento se resume ao filme Kubo e as Cord...
“I Had That Same Dream Again”: um melodrama igual, mas diferente
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“I Had That Same Dream Again”: um melodrama igual, mas diferente

Não importa se estamos falando do Pulitzer ou de um top 10 mental tirado de Alta Fidelidade. Todo tipo de prêmio tem seus award-baits: obras feitas sob medida para ticar todas as caixas de quem as avalia. Esses trabalhos não são necessariamente ruins. Às v...
“Heaven”: a violência e seus sentidos
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“Heaven”: a violência e seus sentidos

Quando resenhei Kagami no Kojou semanas atrás, não imaginei que trombaria com outro romance japonês sobre bullying tão cedo. Mais surpreendente foi vê-lo escrito por ninguém menos que Mieko Kawakami, que conquistou o Japão e mundo com o incendiário Breasts...
“Mass Effect” e o fim da história
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“Mass Effect” e o fim da história

Graças ao lançamento de sua legendary edition, a trilogia Mass Effect está de volta aos holofotes. Era inevitável que esse dia fosse chegar. Remasters são uma necessidade no mundo dos games, uma solução – às vezes, a única – para garantir que jogos sobrevi...
Por que “Nier: Replicant” nos faz chorar
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Por que “Nier: Replicant” nos faz chorar

Computadores podem te fazer chorar? Essa foi a pergunta de um anúncio da Electronic Arts do início dos anos 1980, quando videogames ainda eram novidade. Hoje, numa época em que games estão no acervo de museus e inspiram livros de poesia, é dífícil a...
“Kagami no Kojou”: por uma infância que supere os muros da escola
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“Kagami no Kojou”: por uma infância que supere os muros da escola

Kagami no Kojo ( The Lonely Castle in the Mirror na sua edição em inglês ) é um obra enganosamente simples. É um romance sobre uma criança seduzida a cruzar um portal a um mundo fantástico. Mas também é um romance que seduz a nós próprios com imagens famil...
“Os Triunfos de Tarlac” dev diary #7: a diplomacia
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“Os Triunfos de Tarlac” dev diary #7: a diplomacia

Quando fazemos um game histórico, certas coisas são difíceis de acertar porque são complicadas ou abstratas demais para fazer caber em um jogo. Já outras são difíceis porque não parecem fazer o menor sentido. A diplomacia na Irlanda medieval é uma d...