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“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida
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“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida

Abrir um mangá de Shuzo Oshimi é o mesmo que sair na rua quando uma tempestade está por vir. Sabemos que há um risco de congelarmos até o osso, terminarmos a noite com um blecaute e ainda acordarmos no dia seguinte com uma dor de cabeça. Assassinato, vanda...
“Hana-chan e a forma do mundo” : retrato de um Japão que não existe mais
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“Hana-chan e a forma do mundo” : retrato de um Japão que não existe mais

Quando era pequeno, o prédio em que eu morava pegou fogo. Acordei de madrugada com os gritos da minha mãe. Meu pai não esperou para que eu entendesse que aquilo não era um sonho. Fui puxado escada abaixo com tanta força que tive a impressão de que voávamos...
“I Had That Same Dream Again”: um melodrama igual, mas diferente
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“I Had That Same Dream Again”: um melodrama igual, mas diferente

Não importa se estamos falando do Pulitzer ou de um top 10 mental tirado de Alta Fidelidade. Todo tipo de prêmio tem seus award-baits: obras feitas sob medida para ticar todas as caixas de quem as avalia. Esses trabalhos não são necessariamente ruins. Às v...
De onde vem o fascínio dos animes com a Irlanda?
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De onde vem o fascínio dos animes com a Irlanda?

Em 2018, o site francês Manga-News perguntou a Nagabe qual era a história por trás do subtítulo de seu maior sucesso, A Menina do Outro Lado: Siúl a Run. Senti que o entrevistador tinha lido minha mente. Eu sabia que Siúl a Rún ( “Ande, meu amor”), é uma mú...
“Haru no Noroi”: contra certas dores não existe alívio
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“Haru no Noroi”: contra certas dores não existe alívio

Haru no Noroi ("A Maldição de Haru) é uma história sobre dor. Suas personagens são receosas, indecisas, mas também valentes e determinadas – contra, muitas vezes, seus melhores interesses. É um mangá sobre a morte e o luto. Porém, como outras histórias d...
A imaginação do desastre em “Asadora!”
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A imaginação do desastre em “Asadora!”

O ano é 2020. Tóquio está em chamas, seus habitantes em fuga diante de um perigo desconhecido. A cidade, que se preparava para hospedar as Olimpíadas, começa a se perguntar se durará até a manhã seguinte. Poderia ser as manchetes de qualquer jornal de um an...
“My Broken Mariko”: por que não devemos sucumbir ao desespero
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“My Broken Mariko”: por que não devemos sucumbir ao desespero

Há um motivo pelo qual histórias de vingança raramente terminam bem. O ódio não é um sentimento passivo. Ele é uma arma que corta dos dois lados. Ele cobra de nós cada gota de sofrimento que infligimos aos outros – frequentemente, com juros inimagináveis. ...
“Rayearth” e a guerra sem fim
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“Rayearth” e a guerra sem fim

Tudo começou com um desafio. Um dos editores da revista shoujo Nakayoshi confessou à mangaká Nanase Ohkawa que estavam com um problema. A publicação não conseguia expandir seu público para além das crianças. Ele esperava que Ohkawa e seu grupo, um quarte...
“To Your Eternity” é uma resposta à pergunta que move a humanidade
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“To Your Eternity” é uma resposta à pergunta que move a humanidade

Quando li To Your Eternity pela primeira vez, nada me surpreendeu mais que saber que vinha da mesma pena que nos trouxe A Voz do Silêncio. O que levaria a autora de um mangá intimista sobre bullying decidir continuar seu sucesso com uma saga sobre o destin...
“Happy Sugar Life”: até onde você iria para sentir-se vivo?
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“Happy Sugar Life”: até onde você iria para sentir-se vivo?

Chiaroscuro é uma técnica artística que exagera o contraste entre luz e sombra. Fora da pintura, a palavra às vezes é usada para descrever histórias que misturam o belo com o feio, o inocente com o perverso, o bem com o mal. Animes e mangás têm um gosto esp...