“Frostpunk”: vale a pena salvar a humanidade?

Alguns jogos nos prometem repetir os feitos dos grandes da história. Outros, liderar uma civilização aos limites do potencial humano. Outros, ainda, descobrir o espaço, colonizar novos mundos e tornar-se o imperador absoluto do universo.

Jogos sempre prometeram o faz-de-conta, e é fácil imaginar que não existiram sem este tipo de fantasia.

Se isso fosse verdade, Frostpunk, que chegou às lojas semana passada, nunca se tornaria realidade. Ambientado num mundo congelado, o game é uma aventura niilista, angustiante  e extenuante sobre uma civilização nos seus últimos fôlegos.

Continuar lendo “Frostpunk”: vale a pena salvar a humanidade?

4 jogos históricos para fugir da mesmice

História vende.

Essa é a opinião de Bruce Shelley, da famosa série Age of Empires. 

Pelo sucesso de sua franquia, não dá para dizer que está errado. E pelo lançamento de tantos blockbusters, históricos, de Assassin’s Creed: Origins Call of Duty: World War II, é possível ver que suas lições foram aprendidas.

Continuar lendo 4 jogos históricos para fugir da mesmice

4 motivos que fizeram de “Age of Empires” um marco

aoe cover.jpg

Qual o jogo que fez de você um gamer?

Não digo o primeiro que jogou. Aquele que o fez sentir que era parte de algo maior. Que trazia aquele sorriso de cumplicidade sempre que topava com outro fã.

Para mim, há um número de games que disputam o lugar. Dentre eles, um dos mais queridos é sem dúvida Age of Empires II: The Age of Kings.

Continuar lendo 4 motivos que fizeram de “Age of Empires” um marco

“Hellblade: Senua’s Sacrifice”: um marco nos jogos

Desktop 08.09.2017 - 19.32.51.10 (1).png

Aviso: contém SPOILERS de Hellblade: Senua’s Sacrifice

Enquanto jogava – ou melhor, experienciava – o novo produto da Ninja Theory, algo me dizia que estava diante de um jogo que ia muito além daquilo estava sendo mostrado em tela, que aquela experiência, de algum modo, era um marco na indústria dos jogos eletrônicos.

Continuar lendo “Hellblade: Senua’s Sacrifice”: um marco nos jogos

Por que “Nier: Automata” é uma narrativa tão marcante

db720c70e041ea70226284108e6ebf84_TxPEqgBAGywvupUmG4xQK5Yv5q5.jpg

(Aviso: contém SPOILERS de Nier: Automata)

Dizer que Nier: Automata é um jogo excepcional já é quase chover no molhado.

Seu criador, Yoko Taro, sempre foi conhecido por pensar fora da caixa, mas nenhuma de suas obras, até agora, chegou tão perto do rótulo de “mainstream”.

Continuar lendo Por que “Nier: Automata” é uma narrativa tão marcante

“Game over?” Como os games tornam o fracasso viciante

nier automata fail.png

Tudo o que vive está fadado a terminar.

Com essas palavras começa Nier: Automata, o novo jogo de Yoko Taro que coleciona elogios.

Meio JRPG, meio bullet hell; meio ruminação filosófica, meio tributo metanarrativo, o jogo nos força, a todo momento, a repensar o que sabemos sobre nosso hobby.

Continuar lendo “Game over?” Como os games tornam o fracasso viciante

“Torment: Tides of Numenera”: o futuro dos RPGs é uma casa dividida

 tides of humenera header.jpg

Certa vez, assistindo à intro de Majora’s Mask, minha noiva fez o seguinte comentário:

Os jogos no passado eram mais mágicos.”

“Por quê? ” eu perguntei.

“Porque deixavam mais a cargo da imaginação.”

Continuar lendo “Torment: Tides of Numenera”: o futuro dos RPGs é uma casa dividida

Tudo o que você já quis saber sobre dublagem de games (mas nunca perguntou)

voice acting.png

Quem ronda a internet atrás de notícias sobre Mass Effect: Andromeda já deve ter se deparado com a Explorers WantedA campanha da Bioware permite que qualquer um concorra à chance de ter sua voz incluída na próxima aventura épica do estúdio.

A ideia não é nova. Os criadores da saga de Shepard fizeram um concurso similar em 2014, quando do lançamento de Dragon Age: Inquisition. Para uma marca com tanto renome no mundo dos RPGs, era de se imaginar que a Bioware valorizasse seus dubladores – e aquilo que trazem para os jogos.

Continuar lendo Tudo o que você já quis saber sobre dublagem de games (mas nunca perguntou)

‘Pokémon Go’: O bom, o mau e o feio

pokemon header.jpg

Goste ou não, não é mais possível ignorar o fenômeno. Pokémon Go se tornou campeão de pesquisas no Google , superou o Tinder em número de instalações e criou um novo gênero de pornografia.

Sua popularidade é tão grande que foi criado até um site para acompanhar o ritmo dos novos downloads em tempo real. Os resultados, como é de se imaginar, são assombrosos.

Continuar lendo ‘Pokémon Go’: O bom, o mau e o feio

É possível fazer games sem objetivos?

no mans sky header.jpg

Gamers estão desculpados por se sentirem inseguros com No Man’s Sky. O jogo da Hello Games mal foi lançado, mas já se tornou um dos títulos mais esperados, ambiciosos e polêmicos dos últimos tempos.

Anunciado como um game de exploração e sobrevivência em um universo “infinito” no qual é possível fazer quase tudo, o game atiçou a esperança de fãs, mas também a desconfiança de uma geração pós-Peter Molyneux.

Para quem já se decepcionou e perdeu dinheiro com jogos hypados no passado, No Man’s Sky parece bom demais para ser verdade.

Continuar lendo É possível fazer games sem objetivos?