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Entre o dado e a pena: o futuro da narrativa nos roguelites
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Entre o dado e a pena: o futuro da narrativa nos roguelites

Não é nenhum segredo que videogames são capazes de contar boas histórias. Todos que já passaram algum tempo atrás de um controle são capazes de se lembrar de um momento em que vibraram rm triunfo - ou se encolheram no chão, chocados pelo destino de personag...
3 coisas que games de estratégia erram sobre o passado – e 3 formas de consertá-las.
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3 coisas que games de estratégia erram sobre o passado – e 3 formas de consertá-las.

Levante a mão quem nunca usou uma ovelha para explorar o mundo em Age of Empires 2. Ou "venceu" uma batalha em qualquer jogo Total War fugindo de seu inimigo até o tempo acabar. Jogos de estratégia podem representar o passado, mas é óbvio que não podem acer...
4 coisas que “We. The Revolution” nos ensina sobre populismo
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4 coisas que “We. The Revolution” nos ensina sobre populismo

"Populismo" é uma palavra quente do momento. Em vários países, pelas mais variadas razões, pessoas têm tomado as ruas, as urnas e (em alguns casos) as armas contra as injustiças do status quo. Até agora, o resultado foram políticos ineptos ou demagogos afas...
Como “GRIS” usa a beleza para contar uma história
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Como “GRIS” usa a beleza para contar uma história

O que faz a história de um game inesquecível? Essa é uma pergunta quase tão antiga quanto os games em si, que ganhou força na última década, depois de Roger Ebert, o grande crítico de cinema, declarar que “jogos nunca poderão ser arte”. Não foram pou...
“Frostpunk”: vale a pena salvar a humanidade?
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“Frostpunk”: vale a pena salvar a humanidade?

Alguns jogos nos prometem repetir os feitos dos grandes da história. Outros, liderar uma civilização aos limites do potencial humano. Outros, ainda, descobrir o espaço, colonizar novos mundos e tornar-se o imperador absoluto do universo. Jogos sempre prom...
4 jogos históricos para fugir da mesmice
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4 jogos históricos para fugir da mesmice

História vende. Essa é a opinião de Bruce Shelley, da famosa série Age of Empires.  Pelo sucesso de sua franquia, não dá para dizer que está errado. E pelo lançamento de tantos blockbusters, históricos, de Assassin's Creed: Origins a Call of Duty: World War ...
4 motivos que fizeram de “Age of Empires” um marco
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4 motivos que fizeram de “Age of Empires” um marco

Qual o jogo que fez de você um gamer? Não digo o primeiro que jogou. Aquele que o fez sentir que era parte de algo maior. Que trazia aquele sorriso de cumplicidade sempre que topava com outro fã. Para mim, há um número de games que disputam o lugar. Dentre e...
“Hellblade: Senua’s Sacrifice”: um marco nos jogos
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“Hellblade: Senua’s Sacrifice”: um marco nos jogos

Aviso: contém SPOILERS de Hellblade: Senua's Sacrifice Enquanto jogava – ou melhor, experienciava – o novo produto da Ninja Theory, algo me dizia que estava diante de um jogo que ia muito além daquilo estava sendo mostrado em tela, que aquela experiência, de ...
Por que “Nier: Automata” é uma narrativa tão marcante
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Por que “Nier: Automata” é uma narrativa tão marcante

  (Aviso: contém SPOILERS de Nier: Automata) Dizer que Nier: Automata é um jogo excepcional já é quase chover no molhado. Seu criador, Yoko Taro, sempre foi conhecido por pensar fora da caixa, mas nenhuma de suas obras, até agora, chegou tão perto do r...
“Game over?” Como os games tornam o fracasso viciante
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“Game over?” Como os games tornam o fracasso viciante

Tudo o que vive está fadado a terminar. Com essas palavras começa Nier: Automata, o novo jogo de Yoko Taro que coleciona elogios. Meio JRPG, meio bullet hell; meio ruminação filosófica, meio tributo metanarrativo, o jogo nos força, a todo momento, a repen...