4 jogos para celebrar a obra de Akira Kurosawa

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Exatos dez anos atrás, a Team Ninja anunciou na E3 Ni-Oh, um game semi-histórico baseado em um roteiro inacabado de Akira Kurosawa. Como tantos outros jogos, Ni-Oh não vingou, embora os desenvolvedores continuem a insistir em um lançamento futuro.

Fãs de Kurosawa, o grande mestre do cinema japonês, cuja obra inspirou o cinema western e o próprio George Lucas, têm motivos para suspeitar dos games. De uma maneira geral, o meio não foi lá muito grato ao diretor. Seven Samurai 20XX, adaptação de Os Sete Samurais ao PS2, tem em comum com o material de origem apenas o título e os detalhes mais básicos. Isso sem contar o estilo hack-and-slash, fora de esquadro a um cineasta que prezava por filmes lentos, com lutas curtas, longos diálogos e longuíssimas cenas de contemplação.

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Apotheon

À primeira vista, não parece haver muito comum entre God of War e o recente Apotheon, da Alientrap.  Se é difícil ver páreo na truculência de Kratos – e na riqueza gráfica com que o jogo a apresenta – ambos os jogos, cada qual à sua maneira, nos levam a uma Grécia mítica, com direito a vinganças contra o Olimpo e combate hack & slash com muito sangue. A diferença está na estética. Se God of War almeja o fotorrealismo, Apotheon imita a arte grega estilizada. Se algum dia você olhou para uma ânfora grega e imaginou o que seriam de suas personagens caso pudessem lutar, este é o jogo para você. Se tal pensamento, de tão absurdo, jamais passou por sua mente, vale igualmente a pena conferir: Apotheon vence pelo exotismo tanto quanto pelo apelo visual.

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