“O Assassinato do Comendador”: até a imaginação precisa de ordem

Nenhum escritor está à prova de críticas. Mesmo assim, há aqueles que cimentaram tão bem sua voz no mercado literário que conseguem perseverar ao sabor das opiniões.

Haruki Murakami, de volta à ativa em 2017 com O Assassinato do Comendador, é um desses autores. Nem o desprezo de alguns críticos japoneses nem o desdém do comitê do Nobel foram suficientes para reduzir sua popularidade – no Japão e no estrangeiro.

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