Loading posts...
“Tatami Galaxy”, ou por que devo desculpas a Tomihiko Morimi
Ler

“Tatami Galaxy”, ou por que devo desculpas a Tomihiko Morimi

Aconteceu no meu primeiro ano da faculdade. Foi a melhor época da minha vida até o momento, mas também a mais estressante. Farto até a medula de simulados e aulas de decoreba, decidi que tinha chegado a hora de aproveitar minha vida ao máximo. Tudo o que s...
“A Mulher da Saia Roxa”: humor, intrigas e pessoas invisíveis
Ler

“A Mulher da Saia Roxa”: humor, intrigas e pessoas invisíveis

Certas histórias nos transportam para outros mundos. Outras arrancam nossas vendas, mostrando-nos universos paralelos escondidos debaixo dos nossos olhos. A Mulher da Saia Roxa, de Natsuko Imamura, pertence ao segundo grupo. É, à primeira vista, um romanc...
“Heaven”: a violência e seus sentidos
Ler

“Heaven”: a violência e seus sentidos

Quando resenhei Kagami no Kojou semanas atrás, não imaginei que trombaria com outro romance japonês sobre bullying tão cedo. Mais surpreendente foi vê-lo escrito por ninguém menos que Mieko Kawakami, que conquistou o Japão e mundo com o incendiário Breasts...
“First Person Singular”: retrato de um Murakami sob ataque
Ler

“First Person Singular”: retrato de um Murakami sob ataque

Haruki Murakami é conhecido por um estilo inimitável de realismo fantástico. E por retratos tão comoventes sobre a solidão que fazem qualquer um procurar um copo de whisky ao som de um jazz melancólico. Suas histórias reproduzem  a esquisitice típica dos so...
“The Night is Short, Walk on Girl”: O gênio eufórico (e aéreo) de Tomihiko Morimi
Ler

“The Night is Short, Walk on Girl”: O gênio eufórico (e aéreo) de Tomihiko Morimi

Primeiras impressões, diz o ditado, são as que ficam. E meu primeiro contato com Tomihiko Morimi, um dos “mais populares escritores contemporâneos do Japão” segundo quem entende do mercado, não foi positivo. Penguin Highway, sobre o qual escrevi aqui, passo...
“O Assassinato do Comendador”: até a imaginação precisa de ordem
Ler

“O Assassinato do Comendador”: até a imaginação precisa de ordem

Nenhum escritor está à prova de críticas. Mesmo assim, há aqueles que cimentaram tão bem sua voz no mercado literário que conseguem perseverar ao sabor das opiniões. Haruki Murakami, de volta à ativa em 2017 com O Assassinato do Comendador, é um desses auto...