“Frostpunk”: vale a pena salvar a humanidade?

Alguns jogos nos prometem repetir os feitos dos grandes da história. Outros, liderar uma civilização aos limites do potencial humano. Outros, ainda, descobrir o espaço, colonizar novos mundos e tornar-se o imperador absoluto do universo.

Jogos sempre prometeram o faz-de-conta, e é fácil imaginar que não existiram sem este tipo de fantasia.

Se isso fosse verdade, Frostpunk, que chegou às lojas semana passada, nunca se tornaria realidade. Ambientado num mundo congelado, o game é uma aventura niilista, angustiante  e extenuante sobre uma civilização nos seus últimos fôlegos.

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