“História da Sua Vida”: o conto que inspirou “A Chegada”

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Tudo isso que eu já vi na guerra, (…) tanta falta de sentido, violência… me fez pensar sobre falta de comunicação. Quer dizer, essa não é a raiz de tudo isso? Conflitos, guerras… no final das contas, não é tudo questão de linguagem? As palavras que ouvimos e que dizemos e que não são sempre as mesmas. E eu pensei: e se houvesse uma só língua – uma língua universal?

A sacada é do xerife Hank Larsson, personagem da série Fargo. É uma ideia atraente, em que todos nós, em algum momento, já devemos ter pensado.

E se tudo o que houvesse de errado na terra fossem apenas problemas de comunicação?

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A moralidade de “Rogue One” é mesmo cinza?

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Um bilhão de dólares.

Essas são as cifras da bilheteria de Rogue One, stand-alone de Star Wars que chachoalhou os cinemas mês passado. Entre isso e o sucesso de público de O Despertar da Força, parece não haver dúvidas de que a aposta da Disney em comprar a Lucasfilm finalmente pagou.

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Entendendo “Nijigahara Holograph”: Inio Asano e o ensemble cast

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Nijigahara Holograph, de Inio Asano, é um soco no estômago.

Com uma narrativa não-linear, temas pesados, usos e abusos do “show, don’t tell”, o mangá, que chegou ao Brasil recentemente, é um clássico cult de cair o queixo.

Para a mente acostumada a obras serializadas ou one-shots quadradinhos, é também uma história que nos faz sentar direito na cadeira, franzir o cenho e pensar:

O que, afinal, acabamos de ler?

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“Fune wo Amu”: o dicionário é mais do que um simples livro

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Eu me lembro de quando vi o Dicionário Houaiss pela primeira vez na vida. O ano era 2001, e eu, então com 10 anos, nunca havia visto um livro maior, mais bonito nem, provavelmente, mais caro.

Ele acabara de ser lançado, e a banca de jornal em que eu ia toda semana o havia colocado na prateleira de destaque. Eu, que entrara para comprar gibis, tive até dificuldade para entender o que um livro daqueles estava fazendo lá.

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O “mais do mesmo”: Por que paramos de odiar as sequels?

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Não faz tanto tempo que a falta de criatividade de Hollywood e seu hábito de explorar franquias de sucesso era motivo de chacota. De Volta para o Futuro 2 ilustrou isso bem ao pintar um 2015 fictício em que Tubarão 19 chegava aos cinemas. O próprio filme se tornou vítima da “maldição” em seu terceiro capítulo, considerado por todos o mais fraco.

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‘Star Wars’, o universo expandido e o futuro do mundo nerd

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Lançamentos são mágicos. Em especial os de uma das franquias mais amadas de todos os tempos, como é o caso de Star Wars. Eles transformam o maior dos rabugentos em um fanboy de carteirinha e nos fazem enxergar o lado bom das coisas.

Não posso dizer que o Despertar da Força não tenha me provocado um efeito similar. Entretanto, agora que os rumores já deram lugar aos trailers e já estamos todos lutando por espaço na pré-estreia, não consigo deixar de pensar em algo que causou certo frisson ano passado.

O que será do universo de Star Wars, que certos fãs levaram anos a compreender, agora que sua linha do tempo foi “zerada” e sua galáxia se torno um quadro em branco?

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