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Entrevista: escrevendo as quests de ‘Witcher 3’
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Entrevista: escrevendo as quests de ‘Witcher 3’

Não há dúvidas de que The Witcher 3: The Wild Hunt é um dos jogos mais impressionantes de memória recente. O blockbuster da CD Projekt RED, baseado em um dos maiores sucessos da fantasia europeia, conseguiu a façanha de combinar um open world imersivo, gráfi...
Por que é tão difícil retratar vilões em games (e o que fazer para facilitar)
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Por que é tão difícil retratar vilões em games (e o que fazer para facilitar)

Moralidade. Aqueles que acompanham a cena de games já devem estar acostumados a ver essa palavra em descrições de jogos. De fato, da mesma forma como Skyrim fez com que open worlds se tornassem o novo dogma, games moderninhos dos anos 2000 se ancoraram em “di...
‘Kokosake’: o amargo alívio do escapismo
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‘Kokosake’: o amargo alívio do escapismo

Uma garota vê o pai sair de um castelo ao lado de uma mulher. Ela transborda de alegria. O seu pai era um príncipe e estava escoltando uma donzela. Justo como ela suspeitava desde pequena! Animada, resolve compartilhar as novas durante o jantar. Se ela não ...
‘Joker Game’: lutando a guerra perdida no Japão dos anos 1930
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‘Joker Game’: lutando a guerra perdida no Japão dos anos 1930

Em 1937, os japoneses montaram uma assalto contra Shanghai, na China. Sem explosivos, três soldados encheram um bambu com pólvora, acenderam um pavio e o jogaram próximo ao acampamento inimigo. Infelizmente, eles calcularam mal o raio de detonação, e a “bomba...
Inio Asano e a “voz” da nossa geração
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Inio Asano e a “voz” da nossa geração

Estaria a juventude sem rumo? Essa é uma daquelas perguntas que custam a ficar velhas (com o perdão do trocadilho). Já faz mais de 25 anos que Mundo Fantasma sugeriu a mesma coisa. De lá para cá, não parecemos estar mais certos. Ou menos perdidos. No univers...
O Japão de Frank Miller
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O Japão de Frank Miller

Há muito a se elogiar na segunda temporada de Demolidor, da Netflix. As cenas de luta são um espetáculo de coreografia. O tom consegue ser sombrio sem perder o charme. Elektra e o Justiceiro não são apenas excelentes coadjuvantes, mas estão fidelíssimos às s...
De onde vieram os anti-heróis dos quadrinhos?
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De onde vieram os anti-heróis dos quadrinhos?

Entre a nova (e violenta) adaptação de Demolidor, os ecos de Frank Miller em Batman vs. Superman, o status de "lenda cult" de Christopher Nolan e a vinda da Guerra Civil para os cinemas, tudo aponta para a mesma coisa: o anti-herói está na moda. E pretende f...
O fascínio dos animes com a magia ocidental
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O fascínio dos animes com a magia ocidental

  Quem tem o hábito de acompanhar mangás e animes já deve ter reparado que esse meio tem um pé no esotérico. Ao lado de mechas, uniformes escolares e doces baratos – muitas vezes, ao mesmo tempo – a cultura pop japonesa parece ter uma queda por magia e o...
O cansaço com os ‘open worlds’ e o que significa se divertir
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O cansaço com os ‘open worlds’ e o que significa se divertir

O fim dos anos 1980 teve os adventure games. Nos consoles, por volta da mesma época, os jogos de plataforma brilhavam. O final dos anos 1990 teve sua "Era de Ouro" dos RPGs isométricos. E os anos 2000 testemunharam a glória dos FPSs militares. Durante toda ...
“Numenera”: Em um bilhão de anos, o que significará ser humano?
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“Numenera”: Em um bilhão de anos, o que significará ser humano?

2016 pode estar apenas começando, mas alguns jogos, de tão aguardados, nos fazem pensar que o tempo não anda. Para mim – e, imagino, tanto outros que acompanham a renascença dos RPGs isométricos – é o caso de Torment: Tides of Numenera. O game da inXile foi...