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“Tatami Galaxy”, ou por que devo desculpas a Tomihiko Morimi
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“Tatami Galaxy”, ou por que devo desculpas a Tomihiko Morimi

Aconteceu no meu primeiro ano da faculdade. Foi a melhor época da minha vida até o momento, mas também a mais estressante. Farto até a medula de simulados e aulas de decoreba, decidi que tinha chegado a hora de aproveitar minha vida ao máximo. Tudo o que s...
“Palavras que Borbulham como Refrigerante”: encontrando poesia no que há de mais mundano
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“Palavras que Borbulham como Refrigerante”: encontrando poesia no que há de mais mundano

Eu nunca fui um poeta. Minha breve experiência com essa forma de arte – escrevendo um poema aqui e ali, traduzindo outros tantos – deixou claro que rima, métrica, e eufonia são preocupações que deixo de bom grado aos outros. Na verdade, sequer me tornei um...
“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida
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“Shino Can’t Say Her Name”: a juventude é só o ponto de partida

Abrir um mangá de Shuzo Oshimi é o mesmo que sair na rua quando uma tempestade está por vir. Sabemos que há um risco de congelarmos até o osso, terminarmos a noite com um blecaute e ainda acordarmos no dia seguinte com uma dor de cabeça. Assassinato, vanda...
“Hana-chan e a forma do mundo” : retrato de um Japão que não existe mais
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“Hana-chan e a forma do mundo” : retrato de um Japão que não existe mais

Quando era pequeno, o prédio em que eu morava pegou fogo. Acordei de madrugada com os gritos da minha mãe. Meu pai não esperou para que eu entendesse que aquilo não era um sonho. Fui puxado escada abaixo com tanta força que tive a impressão de que voávamos...
4 curiosidades sobre o shamisen para entender “Mashiro no Oto”
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4 curiosidades sobre o shamisen para entender “Mashiro no Oto”

Mashiro no Oto pode não ser o melhor anime já feito sobre música. Ainda assim, a série foi uma janela a um mundo fascinante de que raramente escutamos: o shamisen. Para aqueles, como eu, cujo conhecimento desse instrumento se resume ao filme Kubo e as Cord...
“I Had That Same Dream Again”: um melodrama igual, mas diferente
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“I Had That Same Dream Again”: um melodrama igual, mas diferente

Não importa se estamos falando do Pulitzer ou de um top 10 mental tirado de Alta Fidelidade. Todo tipo de prêmio tem seus award-baits: obras feitas sob medida para ticar todas as caixas de quem as avalia. Esses trabalhos não são necessariamente ruins. Às v...
“Kagami no Kojou”: por uma infância que supere os muros da escola
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“Kagami no Kojou”: por uma infância que supere os muros da escola

Kagami no Kojo ( The Lonely Castle in the Mirror na sua edição em inglês ) é um obra enganosamente simples. É um romance sobre uma criança seduzida a cruzar um portal a um mundo fantástico. Mas também é um romance que seduz a nós próprios com imagens famil...
“Noir”, 20 anos depois: por que o clássico da Bee Train continua inesquecível
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“Noir”, 20 anos depois: por que o clássico da Bee Train continua inesquecível

Há uma cena em Noir que penetra com mais força que uma bala de Walther P99. Mireille, uma assassina de aluguel, confronta sua parceira Kirika após retornarem de uma execução. “É por isso que eu te disse!” Ela rapidamente foge para a cozinha da quitine...
De onde vem o fascínio dos animes com a Irlanda?
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De onde vem o fascínio dos animes com a Irlanda?

Em 2018, o site francês Manga-News perguntou a Nagabe qual era a história por trás do subtítulo de seu maior sucesso, A Menina do Outro Lado: Siúl a Run. Senti que o entrevistador tinha lido minha mente. Eu sabia que Siúl a Rún ( “Ande, meu amor”), é uma mú...
“Haru no Noroi”: contra certas dores não existe alívio
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“Haru no Noroi”: contra certas dores não existe alívio

Haru no Noroi ("A Maldição de Haru) é uma história sobre dor. Suas personagens são receosas, indecisas, mas também valentes e determinadas – contra, muitas vezes, seus melhores interesses. É um mangá sobre a morte e o luto. Porém, como outras histórias d...