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Por que é tão difícil retratar vilões em games (e o que fazer para facilitar)
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Por que é tão difícil retratar vilões em games (e o que fazer para facilitar)

Moralidade. Aqueles que acompanham a cena de games já devem estar acostumados a ver essa palavra em descrições de jogos. De fato, da mesma forma como Skyrim fez com que open worlds se tornassem o novo dogma, games moderninhos dos anos 2000 se ancoraram em “di...
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O cansaço com os ‘open worlds’ e o que significa se divertir
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O cansaço com os ‘open worlds’ e o que significa se divertir

O fim dos anos 1980 teve os adventure games. Nos consoles, por volta da mesma época, os jogos de plataforma brilhavam. O final dos anos 1990 teve sua "Era de Ouro" dos RPGs isométricos. E os anos 2000 testemunharam a glória dos FPSs militares. Durante toda ...
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‘Liberdade de escolha’, ou como os video games nos enganam
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‘Liberdade de escolha’, ou como os video games nos enganam

O mundo dos games é repleto de chavões. Dentre eles, pouco são mais usuais (e controversos) do que “liberdade de escolha”. Fãs de RPG, em particular, terão dificuldade em encontrar qualquer análise aprofundada de seu jogos favoritos que não esbarre na expressã...
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Anime x Livro: “Penguin Highway”
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Anime x Livro: “Penguin Highway”

Anime x Livro tem como objetivo comparar romances da literatura com suas adaptações na telinha japonesa. A proposta é sair do fla-flu e esmiuçar essas séries (e livros) em detalhe.  O Studio Colorido pode não ser um grande nome de referência na animações ja...
4 coisas que “We. The Revolution” nos ensina sobre populismo
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4 coisas que “We. The Revolution” nos ensina sobre populismo

"Populismo" é uma palavra quente do momento. Em vários países, pelas mais variadas razões, pessoas têm tomado as ruas, as urnas e (em alguns casos) as armas contra as injustiças do status quo. Até agora, o resultado foram políticos ineptos ou demagogos afas...
“O Marionetista”: uma fábula sobre a solidão
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“O Marionetista”: uma fábula sobre a solidão

Quando era adolescente, estudei com uma mentirosa compulsiva. Não falo do chuunibyou, o costume de alguns jovens de inventar histórias inocentes sobre si mesmos. Como eu, que dizia a todos que frequentava uma escola de arqueologia ou um amigo meu que jurava...
São Patrício e a cultura pop
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São Patrício e a cultura pop

O Dia de São Patrício não é um festival muito popular entre brasileiros. Se você for um fã da cultura irlandesa, porém, já deve ter ouvido desta desculpa para vestir-se de verde e virar alguns pints de Guinness. Realizada no dia 17 de março, a festa...
“A Cidade no Meio da Noite”: o passado nunca vai embora
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“A Cidade no Meio da Noite”: o passado nunca vai embora

Dias atrás, visitando a cidade de Belfast pela primeira vez, trombei com um mural que chamou minha atenção: Uma nação que mantém um olho no passado é sábia. Uma nação que mantém os dois olhos no passado é cega. A mensagem me fez parar e refletir. Não...
Por que é errado criar humanos para o abate?
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Por que é errado criar humanos para o abate?

The Promised Neverland, destaque da temporada de inverno, tem cativado leitores e espectadores com sua distopia alucinante. Não é difícil entender por quê. A ideia de um mundo em que crianças são criadas para o abate é tenebrosa o suficiente para comover qu...
“O Assassinato do Comendador”: até a imaginação precisa de ordem
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“O Assassinato do Comendador”: até a imaginação precisa de ordem

Nenhum escritor está à prova de críticas. Mesmo assim, há aqueles que cimentaram tão bem sua voz no mercado literário que conseguem perseverar ao sabor das opiniões. Haruki Murakami, de volta à ativa em 2017 com O Assassinato do Comendador, é um desses auto...
Café com Anime: “Horus, Príncipe do Sol”
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Um novo ano chega, e com ele novas ideias. O Café com Anime não fica para trás. Para começar o ano com o pé direito, preparamos uma surpresa. Uma edição especial discutindo alguns clássicos obscuros da animação japonesa. E coloque "obscuro" nisso. O Fini...
Como “GRIS” usa a beleza para contar uma história
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Como “GRIS” usa a beleza para contar uma história

O que faz a história de um game inesquecível? Essa é uma pergunta quase tão antiga quanto os games em si, que ganhou força na última década, depois de Roger Ebert, o grande crítico de cinema, declarar que “jogos nunca poderão ser arte”. Não foram pou...
Os donos do jogo: a guerra (nem tão fria) entre criadores e produtores
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Obsidian e Bethesda têm uma relação tempestuosa. Em 2010, a equipe da primeira, chefiada por Chris Avellone, lançou Fallout: New Vegas, um dos mais celebrados jogos da franquia. Seu publisher, a Bethesda, prometeu um bônus aos criadores se o jogo ultrapassa...
“Sono Toki, Kanojo Wa”: uma vida cabe em três minutos?
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Dizem que quando morremos a vida inteira passa diante dos nossos olhos. Confesso que imaginar isso, para mim, sempre foi difícil. Uma vida inteira, em poucos instantes? E aqueles momentos que eu não quero revisitar? As filas de supermercado, as tardes perdi...
“Maquia”: o cinema Okada levado ao seu limite
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Alguns filmes nos dizem tudo o precisamos só de olhar suas fichas. P.A. Works é um estúdio conhecido pelos seus visuais deslumbrantes. Kenji Kawai, por suas trilhas sonoras comoventes. Mari Okada, pelos roteiros mais chorosos do mundo dos animes. Ao combina...
4 lições de game design de “Cultist Simulator”
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Fallen London (né Echo Bazaar), criado pela Failbetter Games,  é o melhor game de browser que já joguei na vida. Com ecos de Neverwhere, o jogo nos leva a uma Londres alternativa enterrada no centro da Terra, onde beefeaters londrinos dividem espaço com trafic...
“Satanie”: o inferno existe (mas não é o que você imagina)
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Fabien Vehlmann e Kerascoët (nome artístico do casal Marie Pommepuy e Sébastien Cosset) são uma parceria de peso. Juntos, os três assinaram o macabro Jolies Ténèbres, fantasia sobre os demônios da natureza humana. Combinando uma imaginação cruel com um traç...
Anime x livro: “As Memórias de Marnie”
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Anime x Livro tem como objetivo comparar romances da literatura com suas adaptações na telinha japonesa. A proposta é sair do fla-flu e esmiuçar essas séries (e livros) em detalhe.  Nos idos de 2014, o Studio Ghibli se despediu de seus fãs com um filme um t...
Anime x Livro: “Gankutsuou: O Conde de Monte Cristo”
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  Muitos animes são baseados em mangás. Outros tantos em games ou visual novels. Mas existem também aqueles baseados em livros. E não digo apenas as light novels tão populares na Terra do Sol Nascente. Mas romances "inteiros", para o público infanto-juv...
15 anos de “Princess Tutu”: 3 curiosidades sobre a série que você não conhecia
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Existem séries que o tempo maltrata. Outras, como um vinho de guarda, parecem só melhorar com o tempo. Princess Tutu, terminada há 15 anos, sem dúvida pertence ao segundo grupo.  Criado por Ikuko Ito e Junichi Satou, dois veteranos de Sailor Moon, o anime se ...
“Make Leeds Medieval”: voltando à Idade Média nos confins da Inglaterra
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"Medievalista" é o nome que damos àqueles entusiastas da Idade Média que fazem de tudo para reviver o período: LARP, feiras de época, banquetes medievais com direito a hidromel. Também é o nome que damos aos historiadores especializados em Idade Média. Para e...
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  Temos que conceder aos quadrinhos. É fácil ser tachado de diversão vazia. Também é fácil ser acusado de panfletagem, provocação barata, veículo de doutrinação política. Mais difícil, e o que os comics americanos vêm fazendo há décadas, é ser criticado...
“Happy Sugar Life”: até onde você iria para sentir-se vivo?
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Chiaroscuro é uma técnica artística que exagera o contraste entre luz e sombra. Fora da pintura, a palavra às vezes é usada para descrever histórias que misturam o belo com o feio, o inocente com o perverso, o bem com o mal. Animes e mangás têm um gosto esp...
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Vinicius Marino

Autor
Historiador de formação, nipófilo em tempo integral, cosplayer nas horas vagas. Quando não está tocando seu violino ou escrevendo para o Finisgeekis, você pode encontrá-lo zanzando por convenções São Paulo e além. Provavelmente atrás de uma máscara.
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